A prática constante cria os hábitos.

Vicio e Pecado, muitos acreditam ser a mesma coisa! Entenda aqui a diferença e a forma de lutar contra. Aprenda à viver na Graça!

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Mesa dos Pecados Capitais. Obra de Jheronimus Boschi. De 1560.

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A prática constante cria os hábitos.

A prática constante de bons atos cria os hábitos virtuosos.

A prática constante de maus atos cria os hábitos pecaminosos.


Por isso, junto com a oração para pedir a graça de Deus e com a confissão para pedir a sua misericórdia;


É indispensável insistir na prática constante dos bons atos, para formar o hábito da virtude;

E perseverar na abstenção constante dos atos ruins, para combater o hábito do pecado.

Talvez esta seja a receita mais óbvia do mundo, mas o fato é que tendemos a nos esquecer de colocá-la em prática!


É comum não deixarmos de pecar porque não mudamos alguns péssimos hábitos e não exercitamos alguns hábitos ótimos.


Por exemplo, costumamos elogiar o bem com muito menos intensidade do que lamentamos o mal;

Costumamos agradecer pelas realidades boas e belas com muito menos frequência do que deploramos as realidades más e feias;

E, principalmente, costumamos esperar (e exigir) que Deus faça tudo ou quase tudo sozinho em vez de realizarmos atos de caridade;


Voluntários, conscientes, gratuitos, ocultos e diários em prol do nosso próximo.


A conquista dos hábitos virtuosos e o combate aos hábitos pecaminosos se transformam numa estratégia muito mais clara, objetiva e efetiva;

Quando entendemos que existem certos vícios pecaminosos que causam a maioria dos outros vícios e pecados:

São os vícios ou pecados capitais, que, portanto, devem estar entre os prioritários a ser combatidos.


Sobre os pecados e vícios capitais, o Catecismo de São Pio X nos ensina:


O vício é uma disposição má da alma, causada pela frequente repetição dos atos maus, que a leva a fugir do bem e a fazer o mal.

Entre pecado e vício há esta diferença: o pecado é um ato pontual, enquanto o vício é o mau hábito contraído de cair em algum pecado“.

Os vícios ou pecados capitais são, ao mesmo tempo, vícios e pecados, ou pecados que constituem maus hábitos.


São sete:


1º SOBERBA: ausência de humildade, manifestada em orgulho e arrogância.

2º AVAREZA: apego aos bens materiais e ao seu acúmulo como se fossem fins em si mesmos em vez de meios para fins nobres.

3º LUXÚRIA: apego aos prazeres carnais, sensuais; lascívia.

4º IRA: consentimento na raiva desmedida, frequentemente com desejo de vingança.

5º GULA: concessão ao prazer de comer em quantidade superior à necessária para o bem-estar do corpo.

6º VAIDADE: preocupação excessiva com o próprio aspecto físico por causa da admiração e até da inveja que ele pode despertar nos outros.

7º PREGUIÇA: rendição à falta de vontade para a realização dos próprios deveres e para a superação das próprias limitações prejudiciais.


Os vícios ou pecados capitais são vencidos por meio da prática das virtudes opostas:


A SOBERBA com a HUMILDADE;

a AVAREZA com a CARIDADE;

a LUXÚRIA com a CASTIDADE;

a IRA com a PACIÊNCIA;

a GULA com a TEMPERANÇA;

a VAIDADE com a MODÉSTIA;

a PREGUIÇA com a DILIGÊNCIA.

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Fonte: aleteia.org

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